
Jimmy Corrigan é certamente difícil de ler-se. Mas a atenção nos detalhes é impressionante. Chris Ware é o mestre do estilo semiótico, adorando sinais de trânsito, sinais de WC, sinais de hospital, etc. Ele consegue imprimir significado emocional para um mundo de imagens. A história conta essas desventuras com uma prosa carregada de lirismo e melancolia, adornada por um estilo gráfico único, e, sinceramente, indescritível. Recortando dos quadrinhos do início do século 20, da arquitetura, do design publicitário, repetindo cenas e desconstruindo quadros.
Chris Ware, em "Jimmy Corrigan - O menino Mais Esperto do Mundo" 2009 Companhia da Letras
trad. Daniel Galera
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